segunda-feira, 10 de março de 2008

Detalhes


Amor de Índio
Beto Guedes
Composição: Beto Guedes/Ronaldo Bastos

Tudo que move é sagrado
E remove as montanhas
Com todo o cuidado, meu amor.
Enquanto a chama arder
Todo dia te ver passar
Tudo viver a teu lado
Com arco da promessa
Do azul pintado, pra durar.
Abelha fazendo o mel
Vale o tempo que não voou
A estrela caiu do céu
O pedido que se pensou
O destino que se cumpriu
De sentir seu calor
E ser todo
Todo dia hei de viver
Para ser o que for
E ser tudo
Sim, todo amor é sagrado
E o fruto do trabalho
É mais que sagrado, meu amor.
A massa que faz o pão
Vale a luz do teu suor
Lembra que o sono é sagrado
E alimenta de horizontes
O tempo acordado, de viver.
No inverno te proteger, no verão sair pra pescar
No outono te conheçer, primavera poder gostar
No estio me derreter
Pra na chuva dançar e andar junto
O destino que se cumpriu.
De sentir seu calor
E ser todo
.
.
Detalhes tão pequenos que são omitidos do olhar, do sentir.
Peço sim, atenção à abelha, ela voa pra buscar na imensidão de um vasto jardim a melhor flor, aquela flor, não pode ser outra. Depois ela é confinada a produzir seu mel, tão nutritivo, tão puro, tão vivo. Ao final, vale o tempo que não voou.
Então... onde és que perde seu tempo? O que faz perder-se e não fazer o seu melhor? Produza sua essência. Após isso, estará pronto a buscar noutra primavera... mais uma flor.

Um comentário:

Cah! disse...

seu blog nao merece ser rotulado como ''meros devaneios tolos''

=D